sábado, 21 de julho de 2012

MENSAGEM: DIGA NÃO A DISCRIMINAÇÃO E PRECONCEITO

O preconceito e a discriminação contra as pessoas vivendo com HIV/Aids são as maiores barreiras no combate à epidemia, ao adequado apoio, à assistência e ao tratamento da Aids e ao seu diagnóstico. Os estigmas são desencadeados por motivos que incluem a falta de conhecimento, mitos e medos. Ao discutir preconceito e discriminação, o Ministério da Saúde espera aliviar o impacto da Aids no País.
O principal objetivo é prevenir, reduzir e eliminar o preconceito e a discriminação associados à Aids. O Brasil já encontrou um modelo de tratamento para a Síndrome de Imunodeficiência Adquirida, que hoje é considerado pela OMS (Organização Mundial de Saúde) uma referência para o mundo. Precisamos intensificar formas de quebrarmos os preconceitos contra a doença e seus portadores, multiplicar metodologias e informes de prevenção a fim de modificar atitudes e hábitos diários de nossas vidas.
O que é Aids
Uma deficiência no sistema imunológico, associada com a infecção pelo vírus da imunodeficiência humana HIV – (Human Immunodeficiency Virus), provocando aumento na susceptibilidade a infecções oportunísticas e câncer.
Transmissão:
- o vírus HIV pode ser transmitido pelo sangue, sêmen, secreção vaginal, leite materno;
- relações sexuais homo ou heterossexuais, com penetração vaginal, oral ou anal, sem proteção da camisinha, transmitem a Aids e outras doenças sexualmente transmissíveis e alguns tipos de hepatite;
- compartilhamento de seringas entre usuários de drogas injetáveis;
- transfusão de sangue contaminado;
- instrumentos que cortam ou furam, não esterilizados;
- da mãe infectada para o filho, durante a gravidez, o parto e a amamentação.
Tratamento:
Atualmente a terapia com os chamados “anti-retrovirais” proporciona melhoria da qualidade de vida, redução da ocorrência de infecções oportunistas, redução da mortalidade e aumento da sobrevida dos pacientes. (Os anti-retrovirais são medicamentos que suprimem agressivamente a replicação do vírus HIV).
A saber:
- A Aids não é transmitida pelo beijo, abraço, toque, compartilhando talheres, utilizando o mesmo banheiro, pela tosse ou espirro, praticando esportes, na piscina, praia e, antes de tudo, não se pega aids dando a mão ao próximo, seja ele ou não soropositivo.
- Atualmente os números continuam dirigindo a epidemia de Aids para as populações menos favorecidas (pauperização), as mais vulneráveis (HSH, trabalhadores do sexo, usuários de drogas injetáveis), o sexo feminino (feminilização) e para a adolescência (juvenilização). Pobreza, falha/falta de assistência médica (na prevenção e no diagnóstico) e a falta de medicação para quem tem indicação explicam o momento atual do maior problema de saúde pública na população de países em desenvolvimento.

sexta-feira, 20 de julho de 2012

A CASA DE APOIO NECESSITA DE DOAÇÕES

A CASA DE APOIO SÃO CAMILO NECESSITA DE DOAÇÕES:

QUEM TIVER ROUPAS MASCULINAS, FEMININAS, INFANTIL, AGASALHO, ROUPA DE CAMA, CALÇADOS PARA DOAR. POR FAVOR ENTREGAR NA CASA DE APOIO.

RUA: BORORÓS, 577 CENTRO TUPÃ -SP
PRÓXIMO A ESCOLA INDIA VANUIRE.

OBRIGADA A TODOS OS NOSSOS BENFEITORES, VOLUNTÁRIOS, QUE DEUS OS RECOMPENSE POR TUDO.

quinta-feira, 19 de julho de 2012

RELATÓRIO DE ATIVIDADES MÊS DE JUNHO/ 2012


RELATÓRIO MENSAL DAS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS

                                                        MÊS:JUNHO/2012.
I.                IDENTIFICAÇÃO
     
     ENTIDADE: Associação São Camilo de Tupã – ASCAT
     ENDEREÇO: Rua Bororós, 577 centro Tupã-SP
     CEP: 17600-020                   Telefone: (14) 3404 9930 cel.: (14) 9798 4709

     Nome do Projeto: “ACOLHER PARA GERAR VIDA E DIGNIDADE!”
    Capacidade de Atendimento: 25
     N°. de atendidos no mês: 11
     Faixa etária: 20 A 60 ANOS
     Nº. de incluídos no Mês: 000
     N°. de desligados no mês: 000
     N°. de matriculas no mês: 000
     Obs.: Neste mês estamos com 01(um) acolhido aguardando o amparo social; 01 (um) acolhido por 03(três) dias, 01 acolhido por 01(um) dia.
    
ATIVIDADES/ AÇÕES DESENVOLVIDAS:
1.  ALIMENTAÇÃO:
Café da manhã, almoço, lanche da tarde e jantar diariamente, inclusive nos fins de semana e feriado.
2.  HIGIENE PESSOAL:
Proporcionamos banho diário 01-02 por paciente conforme a necessidade;
Escovação bucal diária após as refeições;
Proporcionamos lavagem de roupa a todos os atendidos.
Fornecemos sabonete, toalha de banho, creme dental, escova de dente, aparelho de barbear para os homens individualmente e descartável, para as mulheres aparelho de gilete para depilação individual e descartável.
3.  ATIVIDADES SOCIAIS:
Orações, TV e leitura diversa

4.  SAÚDE:
TEMOS Parceria com o Ambulatório de DST/AIDS
5.  Visitas domiciliares aos pacientes:
Este mês fizemos uma visita a um paciente de Tupã-SP.

II.            ANALISE DOS RESULTADOS:
·      Avanços:
MELHORIA NA QUALIDADE DE ATENDIMENTO.

·        Dificuldades:
FREQUENCIA IRREGULAR
·      Formas de superação:
                       ATRAVÉS DA ACOLHIDA E ATENDIMENTO DE QUALIDADE AOS QUE FREQÜENTAM. PERCEVERANÇA NO TRABALHO MESMO COM BAIXA FREQÜÊNCIA E VISITA DOMICILIAR.

terça-feira, 3 de julho de 2012

ALERTA PARA TUPÃ

A Influenza A H1N1 (comumente conhecida como Gripe Suína) é uma gripe pandêmica que atualmente está acometendo a população de inúmeros países. A doença é causada pelo vírus influenza A H1N1, o qual representa o rearranjo quádruplo de cepas de influenza (02 suínas, 01 aviária e 01 humana).[2][3]
A gripe foi inicialmente detectada no México no final de março de 2009 e desde então se alastrou por diversos países.[4] Desde junho de 2009 a OMS elevou o nível de alerta de pandemia para fase 06, indicando ampla transmissão em pelo menos 02 continentes.[5]
Os sinais e sintomas da gripe suína são semelhantes aos da gripe comum, tais como febre, tosse, dor de cabeça, dores musculares, dor na garganta e fraqueza. Entretanto, diferentemente da gripe comum, ela costuma apresentar complicações em pessoas jovens.
EM TUPÃ NESTE ULTIMO FIM DE SEMANA TIVEMOS UMA MORTE COM SUSPEITA DE GRIPE SUINA.

PROMOÇÃO EM PROL DA CASA DE APOIO

A CASA DE APOIO SÃO CAMILO NESTE MÊS DE JULHO ESTARÁ PROMOVENDO 
BAZAR DA PECHINCHA
2º. SÁBADO DIA 14 DE JULHO DE 2012
HORÁRIO: 8:30 AS 13:00
LOCAL: CAPELA SANTA RITA DE CASSIA TUPÃ-SP

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Medida provisória cria benefício do Bolsa Família para combater extrema pobreza na infância


MP publicada no Diário Oficial da União também define regras para apoio financeiro da União aos municípios e ao DF para ampliação de creches
Brasília, 15 – O benefício para superação da extrema pobreza na primeira infância, que complementa os valores do Programa Bolsa Família para unidades familiares com crianças de 0 a 6 anos e renda mensal inferior a R$ 70 por pessoa, foi criado nesta terça-feira (15) com a publicação da Medida Provisória (MP) nº 570 no Diário Oficial da União. Ela altera a Lei 10.836, do Bolsa Família, e ainda define regras para apoio financeiro da União aos municípios e ao Distrito Federal para a ampliação de creches.

Essas medidas fazem parte da ação Brasil Carinhoso, lançada nessa segunda-feira (14) pela presidenta Dilma Rousseff, dentro do Plano Brasil Sem Miséria.

Segundo o texto, que será encaminhado ao Congresso Nacional para votação, o novo benefício se destinará às unidades familiares beneficiárias do Bolsa Família que, cumulativamente, tenham crianças de 0 a 6 anos e apresentem soma da renda familiar mensal e dos benefícios igual ou inferior a R$ 70 per capita.

O objetivo do governo federal é adotar mecanismos para superar a extrema pobreza que incide sobre a infância, especialmente nas regiões Norte e Nordeste. O programa atende hoje 13,4 milhões de famílias em todos os municípios brasileiros e transfere a elas mensalmente cerca de R$ 1,6 bilhão.

O novo benefício, que será pago a partir de 18 de junho, corresponderá ao valor necessário para que a soma da renda familiar e do benefício atual supere o valor de R$ 70 por integrante e será calculado por faixas de renda. Se uma família composta por três pessoas tem renda per capita de R$ 60, ela receberá a mais R$ 10,01 por integrante – neste caso, se chegará a um valor de R$ 30,03.

Para efeito de pagamento, haverá arredondamento com intervalos de R$ 2. Com isso, novo benefício será de R$ 32, somado ao total recebido anteriormente, explica o diretor da Secretaria Nacional de Renda de Cidadania do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), Celso Lourenço. A iniciativa do MDS vai beneficiar imediatamente 2 milhões de famílias e 2,7 milhões de crianças.

Creches – A MP também define regras para abertura de novas turmas de educação infantil que sejam oferecidas em estabelecimentos educacionais públicos ou instituições comunitárias ou filantrópicas conveniadas com o poder público.

Essas instituições precisam ser cadastradas em sistema específico do Ministério da Educação, com período parcial ou integral, desde que atendam a padrões de qualidade exigidos. Os estabelecimentos têm que matricular crianças que ainda não foram computadas pelo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).

Mudanças – Esta é a terceira mudança na legislação do Bolsa Família para reforçar o combate à extrema pobreza. Com o lançamento do Plano Brasil Sem Miséria, em junho de 2011, o número de benefícios variáveis pagos por família teve seu limite aumentado de três para cinco. Também passaram a receber esse benefício gestantes e nutrizes, sempre limitado a cinco. Em abril de 2012, foram pagos 181.298 benefícios a nutrizes e 100.979 a gestantes.

O governo federal constatou que a extrema pobreza é maior entre crianças do que entre adultos. Com a ampliação desse limite, foram incluídos cerca de 1,3 milhão de crianças e adolescentes no programa.

Esses benefícios foram pagos a partir de setembro de 2011 e a inclusão é automática para famílias com cadastro atualizado e válido. Assim, as famílias extremamente pobres recebem o benefício básico (R$ 70), mais R$ 32 por cinco crianças, incluindo gestantes e nutrizes, e outros valores de R$ 38 por jovens de 16 e 17 anos (limitados a dois).

Paralelamente às variações, haverá o benefício para superação da extrema pobreza na primeira infância, que terá valor correspondente à diferença entre a renda por integrante da família para superar a linha de R$ 70 por pessoa.

A primeira alteração no Bolsa Família ocorreu em 2008 e teve por finalidade incluir um benefício vinculado a jovens de 16 e 17 anos para estimular a continuidade dos estudos.

Reajustes – Além das modificações, ocorreram quatro reajustes nos valores do programa desde sua criação, em outubro de 2003. O mais recente foi de 19,4% na média, com elevação real de 8,7% sobre a inflação do período de setembro de 2009 – época da última recomposição – a março de 2011. Essa recomposição começou a ser paga em abril do ano passado.

Além de assegurar o poder de compra dos beneficiários, o governo concentrou o reajuste de 2011 para os valores pagos na faixa etária de 0 a 15 anos, que tiveram aumento de 45,5%. O valor concedido aos jovens entre 16 e 17 anos teve reajuste de 15,2%.

Esta é a quarta recomposição dos valores em oito anos do programa. A primeira, de 18,25%, ocorreu em agosto de 2007. Em julho de 2008, o reajuste foi de 8%. E em 2009, chegou a 10%.

Roseli Garcia
Ascom/MDS
3433-1021
www.mds.gov.br/saladeimprensa

Crescimento só com inclusão social, diz ministra


Ao participar de seminário internacional no Paraguai, Tereza Campello destaca decisão do governo brasileiro de investir em programas de transferência de renda e de acesso ao mercado e a serviços públicos como forma de impulsionar o desenvolvimento
Assunção, 16 – “O Brasil ter conseguido tirar milhões de pessoas da pobreza e integrá-las à classe média é fruto das decisões de um governo preocupado em construir políticas de inclusão”, disse nesta quarta-feira (16), em Assunção, a ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, ao fazer palestra sobre o crescimento do país para ministros da área social do Mercosul. “O Brasil cresce porque inclui. Não precisa esperar o bolo crescer, pois é incluindo a população mais pobre que se desenvolve”, acrescentou Tereza Campello, durante o seminário internacional promovido pelo governo paraguaio com apoio do Instituto Social do Mercosul (ISM).

Para Tereza Campello, a América Latina tem conseguido construir uma agenda de crescimento com inclusão nos moldes do que o Brasil vem mostrando ao mundo como modelo. “E só o crescimento econômico não dá conta de promover a inclusão. Ela só acontece pela decisão política do governo de estender a essas pessoas o acesso a consumo e desenvolvimento. A grande força do Brasil são os 190 milhões de brasileiros. A população pobre não quer favor, mas sim oportunidade.”

O processo de integração regional em discussão no Mercosul não pode ser analisado apenas do ponto de vista econômico, disse a ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Segundo ela, sem uma agenda que aborde as diversas dimensões do desenvolvimento humano, como o social, o ambiental e o cultural, não se construirá um Mercosul forte.

Brasil Sem Miséria – Em sua apresentação, Tereza Campello falou sobre as políticas sociais brasileiras. No governo Lula, assinalou, o Bolsa Família contribuiu para a redução da pobreza e dinamizou as economias locais. Agora, completou, o Plano Brasil Sem Miséria representa uma fase segunda desse processo. “Ele vai além da transferência de renda e acrescenta a inclusão produtiva da população extremamente pobre e o acesso a serviços públicos.”

A ministra apresentou dados sobre os avanços sociais do Brasil. De 2003 até agora, 28 milhões de pessoas saíram da pobreza e 39,5 milhões entraram na classe média. Com o Brasil Sem Miséria, o governo quer tirar 16,2 milhões de brasileiros da extrema pobreza. As famílias extremamente pobres têm renda mensal de até R$ 70 por pessoa. Ela destacou ainda que o Bolsa Família atende hoje 13,4 milhões de beneficiários e citou o Brasil Carinhoso, que tem a meta de reduzir o número de famílias extremamente pobres com filhos de 0 a 6 anos.

Diretor do ISM – criado para fortalecer o intercâmbio de políticas sociais no continente –, Christian Adel Mirza agradeceu a presença dos dirigentes sul-americanos, especialmente de Tereza Campello, no seminário que comemorou os 21 anos do Mercosul. A ministra foi convidada pelo governo do Paraguai para participar do evento.

“É preciso discutir a integração não somente do ponto de vista econômico, mas de modo a conciliar com a agenda social”, disse Mirza, reforçando a discurso da ministra brasileira. “Trata-se de falsa oposição entre econômico e social.”

Ascom/MDS
(61) 3433-1021
www.mds.gov.br/saladeimprensa